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A ficha diz quando ligar
O que mudou
1. Cliente sem viagem marcada deixou de ser beco sem saída. Antes, quem não tinha viagem
futura mostrava só "Sem viagem futura" e a ficha acabava ali. Agora ela mostra a estimativa:
"costuma viajar por volta de set/2026".
A estimativa nasce da média do intervalo entre as viagens que a pessoa já fez, então precisa de
duas viagens para existir. Ela nunca aparece escrita como viagem marcada, e some assim que existe
uma reserva de verdade: palpite não compete com fato.
2. "Como falar com ele" agora diz quando vocês se falaram. O bloco de contato ganhou uma
linha: "última conversa no portal 15/09 - ele escreveu", ou "sem conversa no portal"
quando não houve nenhuma.
Uma linha que merece atenção
A linha diz "no portal", sempre, nos dois casos. Isso é proposital e importante:
o sistema não registra conversa de WhatsApp em lugar nenhum. Não existe tabela, coluna nem
importação disso -- o que existe é a caixa de mensagens do portal do cliente.
Se a linha dissesse só "última conversa", você leria como se fosse o seu WhatsApp, e tomaria
decisão de cobrança ou de venda com base num silêncio que o sistema nunca teve como medir. Uma
pessoa pode ter falado com vocês ontem no WhatsApp e aparecer aqui como "sem conversa no portal"
-- e isso está certo, porque é exatamente o que o sistema sabe.
A prova
Sete verificações automáticas, cada uma derrubada de propósito antes de valer:
- a estimativa nunca aparece sem o rótulo: se alguém simplificar a tela e deixar só o mês
solto, a verificação reprova;
- com viagem confirmada, a estimativa não aparece junto;
- "no portal" tem de estar nos dois estados, cheio e vazio;
- quem escreveu por último muda o texto: os dois casos foram medidos na mesma data, para
que a única diferença possível seja o autor -- com datas diferentes, o texto mudaria sozinho
e quem escreveu ficaria sem juiz nenhum.
Este é o primeiro teste de componente da ficha: até agora ela só tinha teste de cálculo.
E uma verificação a mais, que pegou um estrago de verdade: **a linha nova estourou a dobra do
celular**. As pendências, que têm de aparecer sem rolar a tela, passaram a começar 23 pixels
abaixo do fim do visor do iPhone. Quem devolveu o espaço foi a poda logo abaixo, não um aperto
no desenho: o cabeçalho está com o mesmo espaçamento de sempre, igual no celular e no
computador, e as pendências voltaram para cima da dobra com folga de sobra.
3. O telefone e o e-mail param de existir em dois lugares
O cabeçalho repetia, só para ler, o telefone e o e-mail que já aparecem no cartão de
contato ao lado -- e é no cartão ao lado que você edita esses campos. Eram duas verdades
sobre o mesmo dado, e a de cima nem era a que se corrige: quem visse o número errado no
cabeçalho ia procurar onde mudar e não acharia ali.
Saiu do cabeçalho. O que ficou é o que só existe lá: os botões de WhatsApp e Ligar, a
linha da última conversa, e -- isto é o que importa -- o aviso de ausência. Quando falta o
telefone, ou o e-mail, ou os dois, o cabeçalho diz: "sem telefone", "sem e-mail",
"sem telefone nem e-mail".
Essa parte foi de propósito e tem verificação própria. Tirar o dado não podia tirar o sinal:
não dar para falar com a pessoa é informação de decisão, e depois que o número saiu da tela
ela não apareceria de nenhum outro jeito. Na mesma medida, com os dois campos preenchidos
não aparece aviso nenhum -- alerta que fica sempre aceso vira paisagem e ninguém lê mais.
Três verificações novas cuidam exatamente disso (dez no total nesta tela), e as três foram
derrubadas de propósito antes de valer.
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